Justiça do Distrito Federal diz que triplex é da Construtora OAS

 A acusação dos procuradores da Lava Jato é de que o Presidente Lula teria recebido um apartamento no Edifício Solaris no Guarujá (SP) da Construtora OAS, supostamente uma troca de favores entre Lula e Léo Pinheiro, dono da OAS. Mas os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) não mostram nenhum documento que comprova a propriedade do imóvel por parte de Lula ou Dona Marisa.

O procurador Deltan Dallagnol conseguiu apenas convocar a imprensa e organizar um espetáculo midiático com um PowerPoint aonde mostrou apenas suas convicções acusatórias ideológicas. (Leia aqui https://goo.gl/5PZGT6). O chamado “Triplex do Guarujá” (objeto da ação contra Lula) através de decisão da juíza Luciana Correa Torres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos no Distrito Federal (DF), foi penhorado em favor de uma empresa credora da OAS nesta semana. (Leia aqui https://goo.gl/HYXH34).

As convicções do procurador/acusador de Curitiba e a sentença condenatória do juiz Sergio Moro foram colocadas na lata do lixo mais uma vez com a decisão da juíza de Brasília. 

 

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As conexões familiares do desembargador Thompson Flores

Lembram do desembargador presidente do TRF4, Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, que apressadamente disse que a sentença do juiz Moro contra o Presidente Lula é “irretocável”? Depois ele mesmo reconheceu que não havia lido a sentença.

Thompson Flores é neto do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Thompson Flores, nomeado por um decreto de 16 de fevereiro de 1968, do General-Presidente Costa e Silva. O avô do presidente do TRF4 chegou ao STF pelas mãos do general que editou o AI5.

Carlos Thompson Flores, ex-ministro do STF, por sua vez, era neto de seu homônimo Carlos Thompson Flores, que foi governador da província do Rio Grande do Sul, ainda na época do Império.

Já o irmão do trisavô de Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, presidente do TRF 4, era o Coronel Tomás Thompson Flores que liderou uma das expedições que atacou Canudos em 1897 com o objetivo de executar Antônio Conselheiro.

A Guerra de Canudos foi um movimento popular de resistência à opressão dos grandes proprietários rurais da época, que ocorreu entre 1893 e 1897, no arraial de Canudos, no Sertão da Bahia. O movimento de Conselheiro propunha uma reflexão sobre a miséria em que viviam as populações marginalizadas do Sertão Nordestino em contraste com os grandes latifundiários.

#LulaInocente
#OcupaPortoAlegre
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